Toy Story 4 – Leia a Crítica

Em 1995 era lançada uma das animações mais marcantes da história do cinema. Na época, Toy Story não só nos apresentava um excelente roteiro mostrando as aventuras de brinquedos que ganhavam vida enquanto os humanos não estavam por perto, mas também era uma revolução em efeitos gráficos jamais vistos na sétima arte.

Depois do terceiro filme da franquia, as aventuras de Woody e Buzz Lightyear pareciam que iriam ficar apenas em nossas memórias. Mas para a felicidade dos fãs, 24 anos depois do filme original uma quarta parte da animação chega às telonas.

O filme começa de uma forma brilhante fazendo uma ótima homenagem, em forma de resumo, às produções anteriores mostrando o que mudou na vida desses brinquedos ao longo de tantos anos. Depois disso, somos apresentados a uma nova história, com novos personagens, trazendo novamente algo que Toy Story tem de melhor: a amizade.

O roteiro é bem interessante e gira em torno da jornada de Woody para salvar um garfinho feito carinhosamente por sua dona. A trama nos mostra que mesmo sendo trocado por um brinquedo bem mais simples, mas naquele momento mais interessante aos olhos de uma criança, o xerife de brinquedo deixa de lado o egoísmo e faz de tudo para trazer alegria à menina.

Apesar de eficaz, a narrativa desta animação acaba ficando um pouco cansativa na segunda metade da projeção. O resgate do tal garfinho acaba ficando chato em alguns momentos, mas não diminui a grandiosidade do longa.

 

Toy Story 4 ainda nos brinda com uma boa pegada cômica e com show de efeitos gráficos. E se a gente já gostava exatamente disso em 1995, imagine agora com a modernidade dos efeitos visuais. A riqueza de detalhes é impressionante, especialmente quando se fala na textura dos bonecos. Um filme divertido e de encher os olhos, capaz até de fazer muitos marmanjos chorarem ao fim.

Nota 8